segunda-feira, 17 de janeiro de 2011

Planeta Atlântida SC

Falaí Pessoas!

Neste final de semana passou mais um Planeta Atlântida. Santa Catarina recebeu os artistas no palco giratório e mais uma vez a alegria do povo ficou caracterizada nos shows transmitidos pela Atlântida FM e pela TV COM.

Achei legal pela diversidade de atrações. Música eletrônica, reggae, rock emo, pop rock, sertanejo universitário, tudo num mesmo lugar. Várias tribos reunidas por um mesmo ideal: curtir a festa!

Não acompanhei como nos outros anos, mas o que posso dizer é que achei interessante ver Michel Teló, Guilherme e Santiago e Luan Santana cantando para um público que se mostrou entendido de sertanejo universitário também. Cantaram e dançaram todas as músicas que foram tocadas por esses artistas.

Acho que este ano vai ser de Luan Santana. Primeiro pelo lançamento do DVD gravado no Rio de Janeiro. A performance de palco do Gurizinho é impressionante e contagia o público mesmo, se comunicando a todo instante com os seus fãs, fazendo-os cantar todas as músicas. Acabei de entrar no site do cantor e já vi a sua nova música de trabalho, que se chama Química do Amor. Eu não sei ainda a autoria da música, mas ela já é conhecida do povo que gosta de bandinhas, pois a banda Sétimo Sentido, do Rio Grande do Sul, gravou ela em um de seus discos. E a música é bem legal. A versão com a Ivete Sangalo de um toque a mais na gravação e pelos vídeos que deu pra ver no youtube.com mostrou uma sintonia bem legal entre eles.

Agora é esperar pra ver se realmente Luan Santana será o artista de 2011.

Até a próxima e vem aí o Planeta Atlântida RS. Hoje sai a lista das atrações.

Abraços!

E no mp3: Sétimo Sentido - Química do amor

quinta-feira, 30 de dezembro de 2010

Tirando a poeira...

Falaí pessoas! Tudo tri?

Bem, tirando a poeira que se instalou nesse Blog. Eu criei ele durante o verão de 2010, para poder abordar alguns assuntos de música e Direito, minhas duas paixões. Na criação eu juro ter imaginado um grande operador do Direito sentado em uma sala de som exclusiva, onde ele se senta, acende um charuto, liga o som e escolhe a música favorita para poder ler um livro, ou um jornal ou revista.

Bem, não tenho livros, não tenho jornais e nem revistas. Muito menos uma sala exclusiva de som! Mas tenho a vontade para conquistar tudo isso através do meu estudo e do meu gosto para as duas matérias.

Então, como objetivo em 2011, gostaria de poder retomar os papos sobre música e assuntos jurídicos, tentando uní-los neste espaço virtual.

Estamos no final de 2010 e um julgado tomou conta das maiores rodinhas de papo entre juristas. A decisão do Des. Vladimir Souza Carvalho, da 3ª Turma do Egrégio Tribunal Regional Federal da 5ª Região, em que in limine determinou a inscrição na OAB, sem a realização de Exame de Ordem, de um bacharel em Direito, Francisco Cleuton Maciel.

Este nome que poderá entrar para a história, como sendo um Moisés, abrindo o caminho diante de um Mar Vermelho (E não é do Internacional que eu to falando!), por onde os bacharéis em Direito poderão caminhar rumo ao exercício da Advocacia, sem que precisem enfrentar os soldados egípcios (O tão temido Exame de Ordem da OAB), chegando assim na terra prometida (Afinal, são anos sentados em salas de aula, ouvindo a promessa de que a profissão poderá lhe render uma vida "boa").

Na sábia decisão do Douto Magistrado consta que a advocacia é a única profissão no País em que um diplomado, alías devidamente reconhecido pelo governo (Através do registro do diploma no Ministério da Educação), deve realizar um Exame de Ordem para avaliar o grau de profissionalismo do candidato ao exercício da Advocacia. O que por si só já é um confronto com a norma constitucional, onde prevê o princípio da Isonomia, ou o chamado direitos igualitários para todos os brasileiros. Isso sem falar que ainda fere o princípio do trabalho e do ofício livre.


Importante salientar que a Carta Magna de 88, no seu artigo 5º, inciso XIII, estabelece o livre exercício da profissão "atendidas as qualificações profissionais que a lei estabelecer”. Se eu me recordo bem o órgão competente para realizar qualquer avaliação profissional seria do Ministério da Educação, o famoso MEC, tendo em vista o que preconiza o artigo 48, da Lei de Diretrizes e Base da Educação Nacional. Aos Conselhos e Órdens federais competem a fiscalização do exercício da profissão. No caso a OAB tem o DEVER, e eu digo de novo D-E-V-E-R, de fiscalizar as atividades realizadas pelos advogados do país. O QUE NÃO FAZ DE FATO, pois tem cada proxeneta (Nossa, sempre quis usar essa expressão e nunca havia conseguido!!!) que não sabe nem escrever um português decente. Não é da competência da OAB obstar a inscrição do bacharel regulamente formado. Desta feita se conclui que o exame é um requisito ilegal.

Eu sempre me perguntei... Se eu quero ser advogado, para quê então fazer as provas acadêmicas, se lá na frente, depois da formatura, vou ter que encarar um exame que vai me avaliar pra valer. Ou seja, o Exame de Ordem sempre desvalorizou as avaliações aplicadas por aqueles Mestres que nos acompanha por longos anos, ensinando os caminhos a serem percorridos na advocacia. Também me perguntava... O que faz um bacharel em Direito? Qual a sua atividade? O que ele faz? NADA! N-A-D-A! Não tem utilidade nenhuma no mercado de trabalho!

Quando o exame foi criado, acreditei na hora: É para arrecadar grana! E de fato é! Conforme dados da OAB, mais de 105 mil candidatos se inscreveram para a última avaliação. Se multiplicarmos isso por R$ 200,00 (Valor da última inscrição), teremos uma quantia superior os 2 milhões de Reais. Queria eu promover um show aqui e ganhar isso tudo em ingressos vendidos! Já não basta o advogado ter que pagar a maior anuidade, dentre os profissionais liberais, e a OAB já arrecadar fortunas com estas taxinhas de ano em ano. E o que eles fazem com esse dinheiro? Alguém já questionou o destino dos valores arrecadados pelo órgão?

A decisão ainda cabe recurso, pois a OAB não vai deixar passar in albis a chance de reverter a liminar concedida ao bacharel, e também a sua Galinha dos Ovos de Ouro. O próprio presidente nacional da OAB, Sr. Ophir Cavalcante disse que a decisão "está na contramão da história e da qualidade do ensino jurídico".

Agora é aguardar o que os Ministros Superiores irão manifestar na decisão final.

Abraços e até a próxima!

E no mp3: Exaltasamba - Tá vendo aquela lua (Ao Vivo) - é férias, gente! E um pagodinho faz bem pra cabeça!

Fonte:
http://www.trf5.jus.br/noticias/1740/autorizada_inscria_alo_na_oab_sem_necessidade_do_exame_de_avaliaa_alo.html

segunda-feira, 8 de fevereiro de 2010

Ahhh... Comunidade e as suas letras!

Falaí pessoas, tudo tri?

Bem... Ainda não me acostumei com essa história de Blog. Mas enfim, é algo que ainda vou começar a utilizar ainda mais, pois as vezes tenho vontade contar o que passa na minha vida e não gostaria de deixar guardado. Enfim...

Final de semana bem diferente. Aproveitei pra conhecer um pouco mais outros atrativos de Foz do Iguaçu. Muito bacana saber que tem lugares tão bons para serem aproveitados.

Ontem, tava aqui no escritório, organizando a mesa, pois com váááááárias publicações saindo para que possamos atender o que os cartórios nos pedem (todos os atos dos processos são publicados, para dar publicidade do ato às partes envolvidas, bem como a sociedade), e sempre gosto de ouvir uma música, enquanto faço um trabalho! É impressionante, mas eu sou totalmente avesso aos demais juristas, pois todos eles precisam de silêncio ou de concentração total para colocarem seus conhecimentos no papel.

Eu, preciso de música! Muita música! Bombando no ouvido (afinal, ainda bem que inventaram os fones de ouvido!). E, depois do que rolou no Planeta Atlantida, nesse findi, onde revivi váááários momentos da minha juventude (que ainda não acabou), me deu uma vontade de curtir um som de uma banda, que fez muito sucesso na década de 90.

Lá fui eu catar as músicas... Até que eu achei! Comunidade Ninjitsu. É uma mistura de rock, funk (carioca), eletrônico e punk. Tudo isso mesclado com letras irreverentes, como PASTILHA DE PROSA, ou QUERO TE LEVAR, que é a maior obra prima da banda.

Então, se não conhecem ainda... Procurem os discos BRONCAS LEGAIS e o AO VIVO NO OPINIÃO. São os melhores!

Bem... Voltando ao trabalho, pois ainda tenho 1 inicial pra fazer, 1 apelação e outras atividades que tão me tomando todo o tempo do mundo!

Tâmujunto sempre! Abraço!

E no mp3: Claro! Só poderia ser Comunidade Ninjitsu - Quero te levar

sábado, 6 de fevereiro de 2010

Planeta Atlântida

Saudosismo total na noite do dia 5 de fevereiro!


Depois do expediente, fiquei no escritório, curtindo as emoções do Planeta Atlantida, festival de música realizado há 14 anos, nesta mesma época do ano, na praia de Atlântida, município de Xangri-lá, litoral norte do Estado RS.


Falo saudosismo pq tive a honra de trabalhar nas duas primeiras edições do evento, fazendo backstage.


E depois fui curtir o ano de 1998 e por aí vai...


Bem... Além de muitas mudanças, durante o passar dos anos, o evento está muito mais porrada, pois a organização amadureceu e pode deixar o festival rolar numa boa.


Primeiro que os caras meteram um palco no meio da galera. Palco este giratório! Para que o artista possa ter contato com todos os “planetários”, em todos os cantos! Foi muito massa ver os músicos girando de um lado pro outro, enquanto a música comia solta.


Bem, mas falo do saudosismo pq foi uma forma que eu achei de matar a saudade do Rio Grande e daquela época que eu freqüentava o evento! Horas de trabalho, fia de espera, calor, agitação, mulherada... E claro, os foras que eu levava! AEiuAEHiuEAHiueahe...


Lembrei de vários momentos, durante a realização do evento. Como no dia que conheci os Mamonas Assassinas, poucos dias antes deles morrerem. Nossa... Uma alegria tremenda que eles tinham e contagiavam todos no backstage, com piadas e imitações de gaúchos, artistas e outros famosos!


Ah... Claro, não poderia faltar da vez que levei um fora homéééééérico, de uma guria que se chama, ou pelo menos naquele instante, GERMANA. Enfim... Foi tenso! Não vou entrar em detalhes! Outra hora eu conto!


E também, no show do Tihuana (2001), no palco do Planeta Café, pude conhecer o que é estar em uma RODA PUNK! Depois de 1001 socos, pontapés, chutes e tudo mais, saí vivo e com um sorriso (ensangüentado), por estar aliviado e ter descarregado o meu estresse naquela roda! Não vi quem me bateu... Não vi quem eu soquei, chutei... Mas posso dizer que depois daquele show, virei um freqüentador de showzinhus de Punk Rock, para desestressar!


Ahhh... O Planeta! E a vez que eu comprei Passaporte VIP, por preço de pista comum? Hehehehe... Os guris me invejaram! Enquanto eles estavam lá sofrendo com o calor geral... Eu tava no sofazinho, com uma gelada na mão, em frente ao um spray da Pepsi... ehehehe... E ali tirei várias fotos com vários artistas, pois eles saiam do palco e iam pra lá, fazer média.


E claro, saudade dos shows que eu cantava, dançava e tudo mais... Nossa... Era muito massa curtir HARMADILHA, na abertura do Planeta... (“Eu abro a porta e vejo seus olhos! Abro a janela e vejo seus olhos!”). Ver o monge Rinpochet (in memoriam) fazendo o mantra de abertura do evento, fazendo todos os “planetários” unirem-se, independente de religião ou crença, em uma só oração.


Ahhh... Cidadão Quem em um show memorável. Fito Paez detonando... Mamonas botando todos pra dançar o Vira... E a Rita Lee, que apareceu com uma roupa em que ela carregava 6 cabeças de “Ritas”? Há como esquecer?


Planeta é isso! Festa, diversão, agito, descontração e, claro, alguns foras também!


Falando nisso... Hoje tem mais! Lá vou ter mais um momento saudosista!


Tâmujuntu sempre! Abraço!


E no mp3: Fito Paez – A Rodar Mi Vida

Agora mais um pouco de introdução!

Falaí pessoas! Tudo tri?

Falei do rádio... mas e o direito??

Tá... Vamos lá, contar a história do direito!

Na verdade, nunca quis fazer direito. Digamos que foi uma forma de ceder à pressão do meu velho, que sempre sonhou ver o seu filho formado em direito. Enfim, com 17, 18 anos, não tinha como enfrentar ele de frente e falar que eu queria fazer jornalismo, já que o meu sonho era ser radialista, comunicador.

Bem... EU era tão fora da casinha, que no meu primeiro vestibular, que foi na UFRGS, coloquei como primeira opção JORNALISMO e como segunda... MEDICINA! Tipo... Totalmente fora da casinha! Isso pq se eu não tivesse média pra passar em jornal, como teria média pra passar em medicina, sendo que o índice de nota é 2x mais do que jornal? Que tonto...

Tá... E, depois de 6 meses de cursinho, passei em direito na Unisinos, em 1996, para cursar o segundo semestre. Não foi fácil, pois tava bem concorrido e também pelo fato de que o curso de direito da Unisinos é um dos melhores do país.

Fiz os 3 primeiros semestre, fazendo só bagunça! Não ia direito na aula. Ficava zuando com os professores, não levava à sério e ali conheci o que era REPROVAR, fato este nunca ocorrido durante a minha vida estudantil. Enfim, não queria aquilo e já estava querendo a transferência para o curso de jornal.

Lembro-me de que num desses momentos, eu ter sido expulso da aula da Professora Brasília, na aula de História do Direito, pois ela mandou eu retirar o boné e eu disse que não ia tirar e talz. Enfim... Rebeldinho módafócavidalokaumssincuçeti. Não tinha o que fazer mesmo.

Mas isso mudou em 1997, quando comecei a fazer a disciplina de Direito Civil – Parte Geral I, no segundo semestre daquele ano. O professor era um carinha com um pouquinho de idade a mais do que eu. Fazia sucesso na sala por causa da mulherada, que pagava pau pra ele só porque ele era novinho e todo galã!

Mas foram dias fantásticos. Nunca quis tanto ter aula em plena sexta a noite! O guri, além de ser um excelente professor, com notável saber jurídico, isso com tão pouca idade... Era um cara muito parceiro, que nos intervalos deixava de ir para a sala dos professores para tomar café com a galera no bar!

Ali eu aprendi tudo o que eu precisava e também a inspiração para que eu me atirasse de cabeça no mundo jurídico. Comecei a pegar gosto pela área. Inclusive, em 1997, comecei a fazer meu estágio no Ministério Público do Estado do RS...

Bem... Mas ocorria um problema muito sério, que infelizmente me fez postergar um pouco a formatura... Sou de família de origem pobre. Graças a Deus somos unidos no amor entre cada um de nós e a Deus. Mesmo nas dificuldades, estávamos sempre ali, apoiando um ao outro, para que pudesse vencer a sua barreira. Mas, infelizmente, não dispunha de muita grana para poder custear o ensino, que nesse país beira o absurdo de caro!

Muitos me julgam pelo fato de que tenho 31 e estudo direito há quase 14 anos. Porém, tento ignorar esses comentários e, tentando driblar todas as adversidades, vou buscando o meu espaço e, se tudo der certo (e como vai dar!), vou colar grau no final do ano!

Muito difícil de escrever isso, pois, me faz voltar no tempo... Bateu um aperto no coração!
Mas assim, a vida segue! Cada dia é um desafio! E procuro fazer desse desafio a minha morada, para poder valorizar cada conquista, cada vitória, e chegar no final e falar com todas as letras...

EU VENCI!

Tâmujuntu sempre! Abraço!
(Post escrito, de forma inspiradora, em uma sombra, da churrasqueira nº 217, do Terminal Turístico Ipiranga, em São Miguel do Iguaçu/PR, durante a tarde insólita do dia 6 de fevereiro de 2009, por volta das 13h45)

E no mp3: Jack Johnson – Flake/ Sitting Waiting Wishing

Mais Introdução!

Falaí pessoas! Tudo tri?


Importante que, antes de sair postando tudo o que vem na cabeça, queria partilhar sobre um pouco da origem de tudo!


Não to falando do BIG BANG ou então no dia em que meus pais estavam brincando e aí a camisinha estourou... (FAIL!) Mas o começo de tudo! Como a música entrou na minha vida... Como o direito começou a fazer parte do meu dia a dia.


No princípio... Deus criou os céus e a terra... TÁ PAREI!

Sinceramente, sempre gostei de música! Desde criança, curtia ver os artistas se apresentando nos programas de auditório (ehh... sou do tempo do Chacrinha! Eu via as gostosas das Chacretes – Leia-se Rita Cadillac... AEIuheauiEAHiueah – Também tinha o Clube do Bolinha, e por aí vai!). Sempre falava que quando eu fosse mais adultinho (eita...), queria ter uma bateria de programa de auditório, que se resumia em apenas 2 peças (caixa e prato). Não sei da onde que eu pensava que iria arrancar altos sons naquele simples par de barulho.


Então como eu gostava daquilo! Lembro que na segunda ou terceira série, o meu maior sonho era (Um dia eu falo dos meus sonhos mais doidos...) ser baterista do RPM! Isso mesmo! Ser um Paulo P.A. Pagnin (Nem sei se é assim que se escreve! Até hoje, me pergunto se P.A. é o que eu estou pensando o que verdadeiramente é... Não sabe o que é P.A.??? Tá... Outra hora conto!).


Enfim... Sempre tava envolvido com a música. Seja vendo na TV, ouvindo no rádio ou no meu toca discos! Isso... Toca discos! Eu tive 1! Simples, é verdade, mas tocava música!


Bem... Um dia eu descobri que meu irmão curtia muito mais música do que eu! Em uma visita do primo Márcio, lá do Rio, este deu de presente ao mano, o Legião Urbana Dois! O melhor da Legião!


Acho que eu posso dizer que perdi a virgindade musical escutando todas as músicas daquele bolachão.


Meu irmão foi pegando gosto pela música. Mas de um lado mais estranho do que o meu. Ele gostava de anunciar as músicas, de interpretar os apresentadores de programas de rádio e TV, na hora de anunciar as músicas. Creio que seja daí a idéia dele de começar a entrar no mundo do rádio! Pela convivência, fui gostando das mesmas coisas que ele. Mesmos artistas e sons.


Poderia citar 1001 grupos, cantores e tudo mais que embalou a minha infância.


Tá! Desse gosto musical, ele começou a ouvir as rádios e anotar todo o PLAYLIST (lista de músicas executadas na rádio) da rádio Cruz Alta, cidade que ele morava. Nossa, ele enchia um caderno inteiro!


Era muito legal de ver a dedicação dele para com aquilo.


Daquele ponto, ele avançou mais! Comprou um rádio e uma caixa de som! E assim começou montar a sua “Rádio”! Aquilo me fascinava! Eu queria ter também, igual ao dele, pra poder ter a minha rádio também! E assim foi nascendo a minha paixão pelo rádio! Isso com 7 ou 8 anos...


Meu irmão montou a sua rádio, com o nome de RÁDIO ALTERNATIVA. Foi o início da brincadeira.


Vááárias fitas k7, com gravações de vinhetas, seleções musicais e tudo mais. Aí, como eu também tinha a minha Rádio Cidade (hehehehe...) e o meu primo tinha também a rádio dele, resolvemos então começar a nos enfrentar, para o que chamávamos de concurso de rádio. Eram 3 categorias....


Músicas lançamentos... quem tinha mais! Melhor locução e melhor interpretação musical. Em uma das edições, eu ganhei como interpretação musical e lançamentos musicais. Na locução, sempre meu irmão ganhava.


E assim, sempre com o melhor desempenho possível, meu irmão entrou no ar, na Cruz Alta FM, quando ainda era 97,9. Já faz uns 21 anos quase. Depois, foi o primo, que foi pra mesma rádio. E, em 1999, iniciei minha carreira como comunicador, em Porto Alegre, fazendo alguns programas na Rádio Aliança FM (Emissora religiosa católica), apresentando alguns programas nas noites. Foi uma experiência maravilhosa, conciliar duas paixões... Uma o rádio a outra, meu DEUS! Em 2000, saí da rádio para entrar em um projeto do DCE, da Unisinos, faculdade que cursava direito, chamado RÁDIO LIVRE. Depois, comecei a fazer trabalhos para estúdios, gravando spots comerciais e alguns jingles, inclusive fazendo trabalhos para TV Unisinos e para a Unisinos FM. Aiaiaiai... Que saudade...


No verão de 2002, saí do Vale dos Sinos e fui pra Capão da Canoa, para um desafio maravilhoso! Viver sozinho, durante o veraneio, e tendo que me virar com tudo! Trabalhei na Rádio Verão FM, com o seu estúdio CRAVADO nas areias da praia! Uma visão SENSACIONAL para o mar, gatinhas...

Já em maio, depois de ter conhecido a Carol (outra história para depois...), me mandei para Caxias do Sul, onde comecei a ter contato com a galera da PopRock FM. Fiz testes e fui aprovado. Porém, quando ia entrar no ar... o contrato da rede foi cancelado e a rádio foi fechada! Inacreditável! Mas tudo bem! Vamos dar a volta por cima! Tive que ficar em um hiato de 2 anos fora da latinha (gíria para MICROFONE).


Na “finalera”de 2004, entrei na IRCBRASIL, a Rádioweb mais bombada da época. Uma experiência nova, pois fazia rádio de dentro de casa, usando meu computador e minha internet. Ali foi a verdadeira escola, pois além de falar para o mundo todo, tinha que tentar manter a audiência com diferentes gostos musicais. Não foi fácil, mas ali tive como aprender com os melhores locutores do mundo! Alias, foi a IRCBRASIL que me fez chegar em Foz do Iguaçu.


Por causa dela, estou em Foz e aqui fui em busca do meu espaço! Entrei na 97 FM, em 2005, mais precisamente dia 12 de setembro de 2005, com o programa Conexão 97, aos domingos. Tive uma saída, para a rádio Cidade FM, mas fiquei só quatro meses. A saudade foi maior e não tinha como não voltar para, o que eu chamo de “minha casa”.


E hoje to aqui! Não sei até quando, mas to aqui. Não to no estúdio, como eu sempre fiz, e que gosto e amo. Mas estou em uma função bem legal, fazendo a externa da rádio, onde eu posso ter um contato maio com os ouvintes e sentir de perto o calor e o carinho de todos pelo meu trabalho, o que eu agradeço a Deus todos os dias, por ter me dado esse dom.


E se me encontrar um dia, em alguma externa da rádio, vamu “tomá” uma gelada... Claro que em que ser refri, né? NO trabalho não dá!


Tâmujuntu sempre! Abraço!


(Escrevendo esse post, durante a tarde gostosa do dia 6 de fevereiro de 2009, na mesa da churrasqueira nº 217, do Terminal Turístico Ipiranga, em São Miguel do Iguaçu/PR, curtindo uma sombrinha, comendo um xiiiiiis salada, e esperando baixar o sol pra entrar na água!)


E no mp3: Engenheiros do Hawaii – Muros e Grades.

sexta-feira, 5 de fevereiro de 2010

A Introdução!

Falaí pessoas!

Entrando nesse mundo chamado BLOG!
Criei esse espaço pra poder contar algumas coisas sobre o meu mundo...
Nossa... Como consigo combinar duas coisas bem diferentes, né? Uma é o rádio. Uma paixão de infância. Sempre quis trabalhar em rádio, estar em um estúdio e viver esse lado agitado de estar em uma rádio! Desde criança.... E o direito, que foi algo que aprendi a gostar e amar, depois de fazer 4 semestres e uma disciplina chamada Direito Civil - Parte Geral I.

Por exemplo... Neste momento estou no escritório de advocacia, curtindo o Planeta Atlântida. Viu só? Afff... Sem graça! Tá bom!

Bem... Pretendo usar esse espaço pra contar um pouco do meu dia, colocando algumas coisas do mundo do direito, mesclando com a música, torando o papo bem...

JUS MUSICANDI!

Abraços!